quarta-feira, 24 de março de 2010

Crescimento de Uma Rosa com Amor anima o SBT



Uma Rosa Com Amor, do SBT, está começando a reagir no Ibope.

A novela, que vinha dando cinco pontos, frustrando as expectativas de Silvio Santos, começou a registrar seis.

Um ponto pode não ser um crescimento tão significativo, mas equivale a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo.

Elenco e produção de Uma Rosa Com Amor, de Tiago Santiago, estão animados.

A meta do SBT é de pelo menos oito pontos

CQC vence o Pânico e vai ao SBT receber prêmio




O programa da Band ganhou o Troféu Imprensa de melhor programa humorístico de 2008 (isso mesmo: 2o08; mas eles só foram buscar agora) e passou a perna no Pânico, que também concorria ao prêmio.A gravação do programa de Silvio Santos aconteceu hoje no SBT.

Marcelo Tas, Felipe Andreoli e Rafael Cortez foram à emissora concorrente representar o CQC.

Os outros integrantes estão viajando.

Todo feliz, Tas já está no Twitter comemorando a vitória.

O Troféu Imprensa deve ir ao ar neste domingo

“O beijo com Bial me atormentou o juízo” diz Anamara



Anamara, eliminada com 57% dos votos no paredão do “Big Brother Brasil 10″ desta terça-feira (23/3), parece se contentar com pouco. Ela não ganhou o prêmio de R$ 1,5 milhão, não fez amigos durante o confinamento e ainda perdeu o emprego que tinha na Polícia Militar. Mesmo assim, saiu da casa feliz por ter dado um selinho no apresentador da atração, Pedro Bial. “O beijo com o Bial me atormentou o juízo. Ele tem uns lábios maravilhosos”, disse a baiana, durante uma entrevista coletiva logo após a eliminação.

Na saída da casa, Anamara nem de longe parecia aquele barril de pólvora prestes a explodir. A ex-policial foi só elogios aos homens do “BBB”. “Não foi porque eu participei não, mas o ‘Big Brother 10′ foi o mais bonito de se ver”, gabou-se.

Maroca confessa que sentiu o coração bater mais forte por Cadu, mas sabia que seria difícil engatar um romance com o personal trainer. “Cadu me atraiu, mas não pensei em ficar com ele”, despistou.

Ao sair da casa, a nova Anamara contou até que não sente raiva de Lia, sua inimiga declarada no jogo. “Quando a gente atravessa o túnel e volta para o mundo real, as coisas ruins ficam para trás. Talvez Lia e eu possamos ser amigas no futuro”, planejou.

Em abstinência sexual desde 17 de novembro do ano passado, a baiana – agora menos carregada no dendê – declarou que aturar Lia e Dourado é mais fácil do que ficar sem sexo. Mas engana-se quem pensa que Anamara sonha deixar o confinamento direto para uma noite de amor. “No momento, preciso de um salão de beleza para retocar a minha raiz”, afirmou.

Maroca acha que a disputa pelo R$ 1,5 milhão vai ficar entre Dicésar e Cadu

Marjorie Estiano: grávida no seriado “S.O.S Emergência”



Veja com exclusividade a foto de Marjorie Estiano grávida para o seriado ”S.O.S. Emergência”, da TV Globo. Ela e Ricardo Tozzi gravaram uma participação especial no seriado. Na trama, eles vivem um casal que está à beira do altar, quando a noiva começará a sentir contrações e precisará ir para o hospital onde o programa é ambientado.

Dra. Michele (Marisa Orth) e dra. Veruska (Maria Clara Gueiros) vão socorrer a paciente. A noiva, porém, não quer saber de ter o filho antes de se casar e fará de tudo para que o padre aceite selar o matrimônio enquanto se prepara para ter o bebê.

O seriado estreia no dia 4 de abril, após o “Fantástico”.

A Praça é Nossa estreia cenário e novo quadro nesta quinta-feira




Nesta quinta-feira, 25 de março, um dos programas mais clássicos da TV brasileira vai passar por um momento histórico. O cenário de A Praça é Nossa terá a sua mudança mais significativa desde quando estreou no SBT. Em cena, continua o mesmo banco de Carlos Alberto de Nóbrega, pelo qual já passaram os maiores humoristas do país. Entretanto, sai a antiga banca de revistas para entrar o Banco 24h da Praça; o velho cabeleireiro também dá lugar a um moderno salão de beleza e a uma floricultura; e o bar, agora ampliado e mais clean, continua com a alegria e beleza dos frequentadores do local.


Junto com o novo cenário, outra novidade é a estreia de um quadro de Moacir Franco, o Impostólico, no qual o humorista contracena com seus filhos gêmeos, Domênico e Ana Helena (7 anos). Moacir é um padre-pastor que pede doações com as piores das intenções, enquanto seus filhos o fazem passar por diversas saias-justas.

A Praça é Nossa, nesta quinta, às 23h15, no SBT

Rodrigo Faro ganha o Troféu Imprensa de melhor apresentador em 2009




Dança gatinho, dança”. Quem nunca ouviu esta frase nas tardes de sábado da Record? Pois bem, as danças de Rodrigo Faro no “O Melhor do Brasil” lhe renderam o Troféu Imprensa de 2010. O apresentador concorreu com Faustão e Luciano Huck.

A gravação do programa comandado por Silvio Santos aconteceu nesta quarta, 24/03, no SBT.

Se a Record liberar, no próximo ano, Faro estará no palco junto com Silvio Santos recebendo o prêmio

segunda-feira, 22 de março de 2010

” ‘Big Brother’ não é cultura, é um jogo cruel “, diz Boninho



A décima edição do “Big Brother Brasil” chega à reta final com recordes de votação e “merchandising” e mais interativo do que nunca.

“O ‘BBB’ não é cultura. É um jogo cruel”, diz o diretor de núcleo do programa, José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, em entrevista.

Leia a íntegra da entrevista a seguir da Folha Online.


O que mais marcou o “BBB” nessas dez edições?

BONINHO - A coisa mais marcante do programa é o Pedro Bial, que vamos repetir sempre. Foi a melhor surpresa que tivemos. No começo, era ele e a Marisa [Orth]. O próprio Pedro descobriu algo diferente no programa. Um cara com a história dele como jornalista encarar isso com leveza, seriedade e bom humor, é raro.

Que fórmulas bem sucedidas são mantidas a cada edição?

BONINHO - Em conteúdo, quase nada. Todo mundo fala que há o pessoal que aprendeu, e há mesmo. Fazemos reality há doze anos. A televisão brasileira é muito poderosa, a penetração da TV na população é muito forte, então, há uma geração que já nasceu assistindo a esse programa e se preparando para participar dele. Da mesma forma que esses caras se preparam para participar, a gente aprende a surpreendê-los. De um programa para outro, percebemos que eles estão mais espertos e, então, nos preparamos para ficar mais espertos ainda. É meio que um jogo de gato e rato o tempo todo. Na realidade, em cada um há um pouquinho de tudo o que a gente já usou, mas sempre há uma virada nova. É uma preocupação muito grande ter novidades. Algumas coisas que fazem sucesso a gente mantém, como os desenhos de Maurício Ricardo, as historinhas, a forma como a gente apresenta os participantes. O que é bacana no “BBB” é que, quando se junta dez, 12 pessoas, conta-se sempre uma história diferente. Não adianta. A química do grupo é fundamental.

E o que a ‘química’ da homossexualidade traz para o jogo?

BONINHO - Isso não entra no jogo, mas, sim, na composição que a gente quer montar. Quem vou colocar no jogo para surpreender quem está dentro e quem está fora? Não colocamos ninguém no “BBB” para discutir homo ou heterofobia, minorias… Não escolhemos um personagem representando coisas. O fato de ser ou não homossexual não é para interagir no jogo. Não estou preocupado se o cara é gay ou não. Ele não vai entrar por ser gay, mas pelo que traz para a competição. Foi o que aconteceu com Jean [Wyllys, vencedor da quinta edição]. Ele não entrou por ser gay, entrou por ser inteligente. “Big Brother” não é cultura, não é um programa que propõe debates. É um jogo cruel, em que o público decide quem sai. Ele dá o poder de o cara que está em casa ir matando pessoas, cortando cabeças. Não é um jogo de quem ganha. Para o cara de casa, é um jogo de quem você elimina. Só no último programa é que é feita a pergunta: “Quem merece ganhar?”.

O que marca esta edição?

BONINHO - É o “BBB” da porrada, do jogo. Não há um cara ali que esteja a passeio. Eles estão claramente jogando, disputando um prêmio de R$ 1,5 milhão. Isso é um pouco do que a gente tentou muito fazer. Nos dez programas, tínhamos a expectativa de ter um grupo que quisesse dar a cara a tapa para jogar. E essa galera toda dá. Não temos nem bons nem maus meninos, não há esses parâmetros no programa. Há o grupo que você ama ou odeia, mas não há um grande vilão ou um grande herói. No Twitter, torcem para todos. Toda vez que um deles é eliminado, uma das torcidas ameaça não assistir mais ao “BBB”. Está claro que a gente tem uma torcida enorme para cada participante. Era isso [jogo o tempo todo] o que a gente queria fazer, e conseguimos. O “BBB” do Alemão [sétima edição] foi mocinho contra bandido. Era o Brasil contra o bandido. Quando, nas provas de resistência, a turminha do Alemão ganhava, era uma torcida só. Como na Copa do Mundo: Brasil contra todo mundo. Era um programa mais fácil de fazer. Se ele roubasse na prova, ninguém ia reclamar. Agora, temos milhões de fiscais.

Qual o papel da interatividade via Twitter nesse “BBB”?

BONINHO - Desde o terceiro “BBB”, a gente passou a usar a internet como um meio de reconhecer o que o público olha, o que avalia do programa e mesmo como uma forma de a gente conseguir fazer a seleção. O “BBB” começa em agosto, com os participantes querendo entrar no programa. No de 2009, teve uma espécie de Orkut, mas eu não estou procurando agregar público com a internet. Ela é uma forma de falar do “BBB” em outros caminhos, é uma grande interatividade. O Twitter dá um poder para o cara de casa que ele sempre achou que tinha e, agora, está descobrindo que tem mesmo. A internet é para os tempos modernos o que eram, no passado, aquelas duas velhinhas que conversavam na janela sobre televisão. Os fatos que acontecem nesse tipo de programa precisam ter uma sobrevida, reverberar o tempo todo. O que faço é marketing do programa.

O que o programa tem de melhor e de pior?

BONINHO - Aqui não tem nem melhor nem pior. O que me incomoda é quando não conseguimos provocar esses caras e eles conseguem ficar “armados”. Mas geralmente a gente consegue desmontá-los. O que a gente tem de lembrar é que o “Big Brother” é um jogo, vale uma grana. Você tem um melhor amigo na casa, mas ele é o seu maior inimigo. Ele está competindo com você. Só um dos dois vai ficar com o dinheiro. É muito cruel. A gente quer sempre provocar o pior neles, nunca o melhor. A gente não quer que todo mundo se abrace e diga que se ama. Isso, para mim, seria o pior. A tendência do jogo é fazer com que eles briguem, que lutem pelo dinheiro. Quando alguém é péssimo para o público, ele é maravilhoso para a gente. O “Big Brother”, para a minha equipe de seleção, não é um jogo de experiência científica, é só um jogo. Não nos afeta, não nos chama a atenção a hora em que o cara fica acuado ou fica psicologicamente afetado por alguma coisa e pode virar um monstro. Não estamos preocupados com conceitos psicológico, mas, sim, com os relacionamentos e com a brincadeira que é proposta.

“Brothers” marcantes?

BONINHO - O que acontece é que eu vou deletando. Tem alguns de que eu gosto. O Dhomini [Ferreira, ganhador do terceiro programa] é um cara que jogou de forma muito bacana. A Sabrina [Sato, participante do "BBB3"] é uma figura ótima, que impulsionou. O Jean [Wyllys] foi muito inteligente quando descobriu que a casa inteira estava contra ele e usou essa bandeira até o final para ganhar. O Alemão, com o triângulo amoroso [formado com Fani Pacheco e Íris Stefanelli], foi superengraçado. A crise da Tina [Vanessa Cristina Soares Dias, do "BBB2"], a loucura dela batendo panela, foi genial. Só penso no sucesso do jogo. Tem alguns que me ligam, de quem sou amigo. Mas digo sempre: quando vejo um “big brother”, atravesso a rua. Não é maldade. Mas é que não me apego. Eu os encaro como peças de um produto, de um jogo. Fico o tempo todo pensando em que provas posso fazer para incomodar alguém. Esse tipo de trabalho dá uma distância e eu acabo não torcendo para ninguém.

E como você cria essas provas?

BONINHO - Há dois tipos de provas. No primeiro, observo o grupo. Em conversas, eles acabam dando dicas do que pode incomodar. Pode ser uma besteira, como na semana passada, quando fiz a eleição do mais falso da casa. O segundo são as provas de resistência, que fazemos quando há uma certa tensão, uma divisão.

E a reta final do programa?

BONINHO - Até terça da semana que vem, teremos um paredão atrás do outro. A gente vinha trabalhando com paredões triplos, o que deixa a casa um pouco mais indecisa porque, quando se tem três pessoas para serem votadas, eles não conseguem avaliar o que foi determinante na escolha do público. Trouxemos do ano passado a experiência de não contar o percentual de votos para eles. Quando a gente falava, eles tinham uma referência do que as pessoas queriam aqui fora. Não contar funcionou à beça, eles ficaram perdidos. Eles não sabiam ainda, mas, desde sexta, a cada três dias sairia alguém. Essa eliminação é o mais cruel que existe, porque eles veem as pessoas indo e caem na real, podem ser os próximos. Acho que é o que vai pesar na reta final. Como esse é um time que discute, briga, fala as coisas na cara, a chance de pegar mais fogo ainda é enorme.

O que há reservado para o futuro do programa?

BONINHO - Temos quatro edições já fechadas e estamos negociando mais quatro. Mas isso só se confirmará em agosto.

E a 11ª edição?

BONINHO - Queremos dividir os participantes por regiões. Podemos ter pequenos “BBBs” em cada região e, depois, trazê-los para a casa nova. Seriam cinco casas com seis pessoas, de onde sairiam os finalistas. Entre o final de dezembro e o começo de janeiro, teríamos um micro-”Big Brother” para cada região.

O que tem a dizer sobre a suposta invasão do impostor do “Pânico na TV” (Rede TV!)?

BONINHO - Sou diretor do “BBB”, de núcleo. A decisão de fazer alguma coisa foi da direção da TV Globo e do departamento jurídico. Eles estão partindo para um processo. Eu concordo com isso.

Tudo certo com Tessália?

BONINHO - Mais ou menos. Pode ser até que ela não venha à final com todos os outros. Há uma grande chance de ela não vir. É uma decisão nossa, não tem nada a ver com a direção









Filho de Jayme Monjardim(FOTO) diz que o pai não ajuda e nem atrapalha sua carreira de ator

Jayme Matarazzo não sente peso nenhum por ser filho de Jayme Monjardim. O ator, que estreia em sua primeira novela, “Escrito nas Estrelas”, como o protagonista Daniel, não se sentiu pressionado por ser filho do diretor. “Não me sinto privilegiado nem desfavorecido. Fiz teste para a novela como todos os outros atores. Meu pai nem sabia. Só soube depois que eu passei”, garante.

Seu personagem na trama de Elizabeth Jhin é um estudante de medicina que morre no primeiro capítulo do folhetim mas, continua até o fim da trama como um “fantasminha”. “Ele fica sempre ao lado do pai, que sentirá muito sua falta. O espírito dele vai estar presente por conta de um grande amor”, adianta Jayme sobre seu personagem, que será apaixonado por Viviane, de Nathalia Dill.

A arte imita a vida

Paulo Vilhena encarnará um fotógrafo em “Vida Alheia”, humorístico que estreia dia 8 de abril na Globo. Coincidentemente, o ator não é fã dos fotógrafos e já se envolveu em inúmeras confusões com paparazzi na vida real. Apesar do histórico, Vilhena afirma que seu relacionamento com a imprensa hoje é mais tranquilo.

“Estou mais maduro e lido de uma maneira diferente”, garante e completa: “Existem atores que gostam de aparecer e, inclusive, chamam a imprensa para os lugares onde vão passear. Não é o meu caso. Sou reservado”, justifica.

Estabilidade conquistada

Marcílio Moraes está esbanjando confiança. O autor de “Ribeirão do Tempo”, próxima novela da Record, não está preocupado com o Ibope do folhetim, pois considera que já provou para a direção da emissora que é capaz de produzir textos de qualidade. Os trabalho anteriores de Marcílio na Record foram “Vidas Opostas” e “A Lei e o Crime”. Ambas as produções obtiveram resultados satisfatórios.

Recheado de estreias

O “Mais Você”, que será exibido no próximo dia 5, estará cheio de novidades. Na data estreiam três quadros: “Será que eu posso?”, no qual um especialista em finanças dá dicas de como administrar o dinheiro, “E aí, doutor?”, onde um médico esclarecerá dúvidas do telespectador, e “Meu dono de estimação”, que vai mostrar histórias curiosas de animais de estimação e seus donos.

Rápidas

# O “Cinema em Casa” exibe a comédia “Dennis, o Pimentinha Ataca Novamente”. No ar às 14h15, no SBT.

# O “Rede Jovem Cidadania” mostra uma forma de intervenção artística que ganhou as ruas de todo país, o “sticker”. No ar às 17h30, na TV
Brasil.

# O “Repórter Record” mostra como é a rotina de pessoas que moram em áreas de risco. No ar às 23h, na Record.

# A “Sessão Brasil” exibe o filme “Sonhos e Desejos”. No ar às 2h30, na Globo.

Direto da Redação



“Estrelas” ganhará novos quadros

A partir do dia 10 de abril, o programa “Estrelas” apresentado por Angélica ganhará novos quadros.

Um deles mostrará a rotina de celebridades. Luana Piovanni e Evandro Mesquita já gravaram.

Estrelas, aos sábados, às 13h45.

“CQC” exibe matéria censurada nesta segunda

O CQC exibe nesta segunda (22), às 22h15, pela Band, uma edição inédita do Proteste Já, que foi vetada pela prefeitura de Barueri, cidade da Grande São Paulo.

Na ocasião, a equipe de jornalismo do humorístico soube que uma TV doada a uma escola da cidade foi parar na casa de uma das funcionárias do colégio.

Ao saber da história, a prefeitura da cidade de Barueri entrou com uma ação que proibia a veiculação da reportagem, que foi acatada pela juíza Nilza Bueno da Silva, da Vara da Fazenda Pública de Barueri.

Em seguida, a Band recorreu da decisão, que foi reconsiderada pela mesma juíza e pela prefeitura.

“CQC”, às 22h15, na Band.

Globo mantém “A Turma do Didi” em sua nova grade

Se dependesse da Globo o programa “A Turma do Didi” seria extinto de sua programação, mas a emissora não encontrou saída para driblar os baixos índices que o programa vem alcançando e resolveu mantê-lo.

Inicialmente, a atração seria reformulada e ganharia outro nome, mas sem encontrar uma solução viável, a partir de abril, tudo continua como está.

A Turma do Didi está no ar há mais de dez anos. Desde 1998, a atração ocupa o início da tarde de domingo.

Julianne Trevisol estará em “Cuidado com o Anjo”

Após a novela Os Mutantes – Caminhos do Coração, Julianne Trevisol está prestes a voltar à telinha. Ela está cotada para “Cuidado com o Anjo” que estreia em agosto, às 19h.

Roger Gobeth e Maitê Piragibe são cotados para viverem os protagonistas.

Thierry Figueira não renovará com a Record

O ator Thierry Figueira optou por não renovar seu contrato com a Rede Record após o fim de “Bela, a Feia”. Decidiu priorizar o teatro.

Ele pretende percorrer o Brasil com o espetáculo “A Marca do Zorro” com a participação de Priscila Fantin.

“Quase Anjos” será exibida aos sábados

A partir do dia 1º de maio a Band passa a exibir a novela Quase Anjos também aos sábados. No mesmo dia, a reprise do CQC terá novo horário, às 21h, e em seguida, às 22h, terá início a sessão de filmes Cine Clube.

Falando em “Quase Anjos”, a trama vem alcançando uma média de 3 pontos na Grande São Paulo.

Guerra Dominical: Ana Hickmann vence Eliana e Silvio Santos derrota Gugu



Em mais um domingo de disputa acirrada entre o SBT e Record, Ana Hickmann levou a melhor, mas Gugu Liberato voltou a perder para Silvio Santos.

O Tudo é Possível, que ganhou o reforço do reality Troca de Família, marcou uma média de 9 pontos e pico de 13 contra 7 de Eliana, do SBT.

Já o Programa do Gugu voltou a ocupar a terceira colocação. No horário das 20h15 às 0h, a atração marcou uma média de 10 pontos e pico de 13 contra 11 de Silvio Santos.

Dentro de duas semanas, a atração de Gugu ganhará novos quadros, entre eles, a Corrida Maluca.