domingo, 27 de setembro de 2009

Que papo é esse?


Como todo bom crítico de TV, tenho que estar sempre ligada ao que rola nas emissoras. É claro que acabo sendo levada a acompanhar uma ou outra atração que tenha mais a ver comigo, porém nada me impede de parar para assistir algo que me chame a atençao. E se faz parte da minha seleta programação, melhor ainda.
Não sei quanto à você, querido leitor, mas eu adoro descobrir programas. Sabe aquela história de você estar zapeando e de repente estaciona em um canal? Pois bem, muitas das minhas atrações prediletas como Haven, eu a patroa e as crianças e Friends (é, todos já sabem que amo sériados) se tornaram favoritas desse jeito.
Há pouco mais de um mês me deparei com uma dessas agradáveis surpresas e, aquilo que até então era algo novo, acabou entrando para minha rotina televisiva. Estou falando da série Arnold, atualmente presente na grade do SBT.
Essa sitcom, produção gravada em estúdio com a presença de plateia ou os chamados “sacos de risadas” ao fundo, foi exibida nos EUA de 1978 à 1986 e conteve 189 episódios divididos em 8 temporadas. A história baseia-se na vida do Arnold, menino de oito anos cujo a mãe trabalhava para o Sr. Drummond (Conrad Bain), viúvo milionário e pai da adolescente Kimberly (Dana Plato).
Antes de morrer, a Sra. Jackson (mãe de Arnold e Willis) pede que seu patrão tome conta de seus filhos. E assim começa a saga de Pillip Drummond para conquistar a confiança dos meninos, dando-lhes uma nova família.
A série é muito bem vista pelos telespectadores graças ao carisma do pequeno Arnold, já que se trata de um menino esperto demais para sua idade. Ele ainda é questionador, daqueles que para tudo tem uma resposta na ponta da língua, sempre se mete em confusão e com isso garante boas risadas. Principalmente quando algo lhe parece estranho, ele vira para a pessoa, faz um bico e solta o seguinte bordão: “Que papo é esse?”
Um dos pontos fortes da produção é a forma como a família é bem estruturada e unida. Mesmo com a chegada de dois estranhos, pai e filha recebem os jovens de braços abertos e dispostos a proporcionar à eles um lar de verdade.
Além disso, questões sociais como preconceito e ascensão estão muito presentes na história. Afinal Arnold e seu irmão são negros vindos de um bairro da periferia de Nova York, e de repente passam a conviver com a alta sociedade de Manhattan. O que acaba levando a série a colocar em pauta valores éticos e familiares.
Curiosidades
• O verdadeiro nome da série é Diff'rent Strokes. No Brasil ficou conhecida pelos nomes de Arnold (SBT) e Minha Família é uma Bagunça (Nickelodeon).
• Gary Coleman, ator que viveu o Arnold, na verdade teve um problema renal que o impediu de crescer. Tanto que na série o garoto tinha 8 anos, enquanto que o ator estava com 10. O fato de não poder crescer muito chegou a ser citado em um episodio, quando o menino descobre que chegaria a no maximo 1,50 m.
• Graças ao papel, ele se tornou uma celebridade instantânea. O que lhe rendeu um desenho chamado The Gary Coleman Show, exibido na extinta TV Manchete com o nome de Andy, o Anjinho da Guarda.
• Quando a série terminou, Gary estava com 18 anos e ainda aparentava um menino. O ator caiu no esquecimento e entrou em depressão, chegando inclusive a tentar suicídio por duas vezes.
• Suas últimas aparições na TV foram nas produções Um Maluco no Pedaço e Eu, a Patroa e as Crianças.
• O ator concorreu ao governo da Califórnia em 2003, mas perdeu para seu colega Arnold Schwarzenegger.
• Dana Plato, que viveu a jovem Kimberly Drummond, saiu da série porque ficou grávida. Sua carreira entrou em decadência e, apesar de ter sido cotada para fazer o papel principal de O Exorcista, trabalhou em filmes de baixo orçamento, inclusive pornográficos. A atriz teve problemas com overdose de calmantes, que a levaram ao suicídio quando tinha 34 anos, em 1999.
• Todd Anthony Bridges (Willis) participou da série Todo Mundo Odeia o Chris, exibida na Record.
• Conrad Bain (Phillip Drunmmond) participou da série Os Feiticeiros de Waverly Place (TV Globinho) em 2007.
• Charlotte Rae, que interpretou a Sra. Garrett é uma famosa cantora de musicais.

"Tudo é Possível" perde meia hora e passa a ser exibido ao meio-dia

Com ruin índices de audiência, ocupaando a terceira colocação no Ibope, o "Tudo é Possível" terá um novo horário a partir do desse domingo (27).

A atração comandada por Ana Hickmann deixará de ser veiculada às 13h45 e passará para o meio-dia, concorrendo quase que inteiramente com o "Domingo Legal", do SBT. O programa também perdeu meia hora e deverá ter sua edição encerrada por volta das 15h.

Teleton 2009 terá produção mais enxuta ; confira a lista dos convidados

O Teleton 2009, que será apresentado nos dias 23 e 24 de outubro, terá uma produção mais enxuta que a do ano passado.

Uma equipe de produção inteiramente nova foi montada, ainda sobre a direção de Michael Ukstin. Além disso haverá mudanças no esquema de exibição. A faixa da madrugada será inteiramente ocupada por material previamente gravado, diferente dos outros anos em que a maratona virava a noite com atrações ao vivo.

Para o Teleton 2009 estão confirmados Cláudia Leitte, Daniel, Victor & Leo, Fernando e Sorocaba, Jeito Moleque, Dejavu, Roupa Nova, Regis Danese, João Bosco e Vinícius, Wanessa Camargo e o padre Fábio de Melo. Além deles, Eliana, Roberto Justus e Roberto Cabrini, recém contratados da casa, também estarão lá. Gugu Liberato, hoje na Record, foi convidado mas a resposta ainda não chegou.

Com informações da coluna Canal 1.

"Programa do Ratinho" poderá ser esticado


Questionada via Twitter por um de seus seguidores, a diretora do SBT Daniela Beyruti informou que em breve o Programa do Ratinho poderá ser esticado até às 19h30 - atualmente ele termina às 18h30.
Isso seria parte da estratégia do SBT para alavancar os índices do seu principal telejornal, o SBT Brasil, que desde o último dia 14 é exibido às 19h30. O telejornal, em novo horário, vem atingindo média de 4 a 5 pontos, chegando a pico de 7.
Atualmente o SBT Brasil recebe a audiência das séries de humor Eu, a Patroa e as Crianças e Arnold. Caso a mudança venha a ser concretizada, não haverá mais a quebra de público entre o programa apresentado por Carlos Massa e o jornal ancorado por Carlos Nascimento e Karyn Bravo.

Daniela Cicarelli renova com a Band e terá programa aos domingos


A apresentadora Daniella Cicarelli renovou seu contrato com a Band e ficará no canal pelo menos até dezembro de 2010. Segundo a coluna Outro Canal, ficou acertado entre ambas as partes que a modelo irá comandar uma atração dominical.
A ideia da Band é criar um programa que entre na briga pela audiência com Faustão, Eliana e Ana Hickmann, e que seja voltado a todos os públicos.Esta será a segunda tentativa da emissora em emplacar Cicarelli aos domingos. Em 2008, a morena comandou o game “Quem Pode Mais?”, destinado ao público jovem.
No entanto, o programa fracassou em audiência, ficando aproximadamente seis meses no ar.Ainda de acordo com a coluna, o novo acordo também prevê que Cicarelli participe de outras atrações da emissora três vezes por semana.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


A décima edição do Big Brother Brasil promete ser recheada de novidades. De acordo com a coluna Controle Remoto, do jornal O Globo, a edição de 2010 terá duas casas.Segundo a publicação, existe uma nova casa em construção no Projac, em frente à que já existe. O que irá separar as duas é apenas um gramado. Na edição de 2009, Boninho, diretor do reality, colocou um muro separando a casa do BBB.
Ainda de acordo com a publicação, uma será maior que a outra. A nova casa terá uma cozinha, ou seja, funcionará independente da outra. Outras novidadesO diretor do reality “Big Brother Brasil”, J. B. Oliveira, o Boninho, revelou em seu Twitter que a décima edição da atração poderá ter até 20 participantes. Além disso, o programa poderá ter até 5 casas de vidro.

A edição será recheada de prêmios milionários. Os R$ 10 milhões que seriam usados para o participante que sobrevivesse aos 3 meses de confinamento foram transferidos para uma cota de prêmios.

Band e os problemas de sempre


A Band vive um círculo vicioso. Investe em novos produtos, nunca atinge os objetivos, e, os motivos dos fracassos, sempre são os mesmos.

Agora, por exemplo, o Dia Dia terá sua exibição encurtada pois não ultrapassa os dois pontos. A razão da baixa audiência? Não adianta ter um bom programa se ele é superlotado de inserções publicitárias.

Também usaram a desculpa de escalar Patrícia Maldonado e Lorena Calábria para “outros projetos”, que sequer existem, e, dessa forma, irão substituí-las por Silvia Poppovic. Talvez, na ideia dos executivos da rede, ela tenha um nome mais “forte”, chamativo. Até tem, mas o problema tem outro nome.

Pela faixa da manhã e tarde da Band já passaram Astrid Fontenelle, Leonor Correa, Viviane Romanelli, Claudete Troiano, Rosana Hermann, e, agora, Patrícia e Lorena. O que elas tem em comum? Todas apresentaram bons programas, contudo, saíram de cena por não satisfazerem o desejo da rede de conquistar índices mais expressivos.

Questiono se o problema realmente está em todos esses nomes que se traduzem em excelentes profissionais ou se o que prejudica a audiência é a própria emissora?

Não bastassem os incontáveis merchandisings durante a programação, ainda ferram a faixa nobre com o horário vendido para a Igreja. Hoje a situação é diferente, pois o Custe o Que Custar já não tem o mesmo apelo, mas, ainda no auge, alguém duvida que a atração teria índices mais interessantes caso fosse antecedida por um programa da própria rede?

Na linha de shows a vítima da vez leva o nome de Adriane Galisteu: o Toda Sexta vai deixar de ser exibido às sextas e será veiculado às terças. Vai adiantar? Não, é trocar seis por meia dúzia.

Acho que a Band precisa definir o que é o principal: ou o faturamento ou a audiência. Preferindo a audiência, sobra o óbvio: evitam a fuga dos telespectadores, os índices aumentam, e, como resultado, o intervalo comercial tem o preço elevado, e, pimba, também aumenta o faturamento.

Incrível que, com tantas décadas de experiência, essa emissora segue agindo como uma iniciante. A continuar com esse pensamento, todos os profissionais do mundo passarão por ali e a Band, mesmo com décadas no ar, seguirá verde ou amarela, como seu logotipo, sem amadurecer totalmente.

"Vende-se um Véu de Noiva" não será encurtada


Mesmo com baixíssimos índices de audiência, que rondam a casa dos 5 pontos, "Vende-se um Véu de Noiva" não será encurtada no SBT. A novela de Íris Abravanel terá os 188 capítulos previstos inicialmente. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do canal paulista.

Segundo a coluna Canal 1, nos bastidores da emissora de Silvio Santos cogitava-se que "Vende-se um Véu de Noiva" fosse perder entre 20 e 30 capítulos. A notícia, se confirmada, não seria encarada como surpresa. Em 2007 diversos capítulos de "Amigas e Rivais" foram descartados pelo mesmo motivo.

"Viver a Vida": Luciana ficará paraplégica e será abandonada por Jorge


Embora ainda tenha feito poucas maldades para separar Marcos (José Mayer) de Helena (Thaís Araújo), Luciana sofrerá um grande revés nos próximos capítulos de "Viver a Vida". A moça ficará paraplégica e será abandonada por seu namorado.
Tudo começará em um acidente, no qual Luciana perderá os movimentos de sua perna. No princípio a vilã passará por uma fase amargurada e depressiva, que será acentuada quando Jorge (Mateus Solano) terminar o namoro.

Pouco tempo depois, Luciana dará a volta por cima e se apaixonará por Miguel (Mateus Solano). Os dois irão se casar e partir para a lua de mel em Paris.

"Viver a Vida" é exibida de segunda a sábado, às 20h55.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Eliana "vence" Gugu

Não, eu não está louco. Eu sei que Eliana e Gugu, ao menos por enquanto, não se confrontam durante a guerra dominical na TV. Também sei que Gugu registrou 14 pontos, e, Eliana, 13, ou seja, caso eu estivesse dizendo que a apresentadora venceu por conta disso, estaria cometendo um erro matemático.

A vitória de Eliana vai além dos números. Ainda na Record, ela provou ser possível fazer uma atração digna, com entretenimento saudável, e, ainda assim, brigar frente a frente com quem fazia o contrário, com quem apelava para conquistar pontos com maior facilidade.

Nesta época, ela vencia Silvio Santos, e, não raramente, também levava a melhor em confronto com Gugu. Hoje, os dois trocaram de emissora e não concorrem, mas, a lógica, segue a mesma.

Eliana segue investindo em um formato de atração para toda a família que a consagrou na Record, e, ouso dizer, conseguiu se superar e fazer ainda melhor. Talvez por contar com a direção de Leonor Correa, que é extremamente competente, ou por “n” motivos. A questão, ao final, é que atualmente – em minha opinião – ela comanda a melhor atração do domingo na TV.

E é aí que se dá a vitória de Eliana. Desde a estreia, ela segue na vice-liderança absoluta, e, mais que isso, em diversos momentos alcança a liderança. Ontem, por exemplo, bateu a audiência de Faustão quando concorreram diretamente na seqüência do futebol.

Logo mais a noite, me surpreendi ao ver Gugu também liderando. Não consegui imaginar o motivo e fui conferir: ele ainda abusava dos gêmeos gordinhos, fazendo assistencialismo barato. Sentem o contraste?

Quando a pessoa quer ajudar, ela simplesmente ajuda. Geralmente, não divulga, exatamente porque é muito feio querer aparecer em cima da desgraça alheia. O problema é que o mostrar é até o menor problema quando, em questão, está o fato de o apresentador abusar desses dois há semanas, seguindo uma trajetória que já havia se iniciado no Domingo Espetacular.

Resumo da ópera: Eliana conseguiu apenas um ponto a menos que Gugu, foi vice-líder isolada e, por um bom tempo, líder. Gugu, idem. Era um “programa família” da TV que se diz a mais feliz do Brasil, e realmente faz jus ao slogan durante a atração da Eliana, em confronto com a outra que se diz de primeira mas que segue servindo carne de segunda.

Portanto, parabéns Eliana, uma grata surpresa na TV, e, mais que isso, uma esperança de que ainda dá para acreditar no futuro das emissoras de nosso país.